Sábado, 10 de outubro de 2026
Economia

Ronaldo Fenômeno compra marca Head e assume operações de tênis no Brasil

Ex-jogador adquire 51% da empresa DLD, dividindo capital do negócio com nomes como o ex-atleta Bruno Soares

O ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário assumiu de vez o controle corporativo das operações da marca de artigos esportivos de tênis Head no Brasil, após fechar a aquisição de 51% de todas as cotas de capital da empresa DLD, que também representa a marca de surfe Mares em território nacional. A complexa negociação do mercado, noticiada pelo empresário neste final de semana por meio de seus canais digitais, ainda não teve nenhum de seus valores efetivos revelados ao público em geral.

Essa nova compra mostra uma aceleração agressiva para ampliar os variados negócios esportivos administrados por Ronaldo além do ambiente exclusivo do futebol. É também uma clara aposta pessoal no pico do consumo e no interesse nacional pelo mercado das competições de raquete: o Fenômeno pratica de forma amadora este esporte nas horas vagas e ultimamente tem aparecido e consumido jogos como convidado presente nos grandes torneios do exterior.

A composição do restante das ações societárias do grupo adquirido pela transação ficará dividida na posse de outros empresários de atuação regional e do setor. Os 49% da parcela contam com um grupo restrito que engloba também o ex-tenista mineiro profissional Bruno Soares e os empresários de mercado João Rezende, Bruno Mendonça, Gustavo Maia e Rafael Alcici Cardoso, nomes anunciados como coproprietários de atuação ativa.

As bases indicam um modelo lucrativo para a marca no país com o esporte da bola amarela nas quadras locais, já que um recente balanço do ramo estimou um salto vigoroso com alta de 26% sobre a movimentação financeira registrada nos 12 meses anteriores. Além dessa frente recém-inaugurada de trabalho diário com a presidência da marca, o antigo camisa nove concentra seus lucros nas empresas unificadas sob o poder da holding própria gerida sob o nome de Oddz Network.

Com informações de InfoMoney, Google Notícias, Estadão e Terra.

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