Sábado, 10 de outubro de 2026
Urgente Moraes expede mandado de prisão de Eduardo Bolsonaro e cancela passaporte
Mundo

Rússia envia prisioneiros ucranianos à linha de frente do Exército e sofre acusações

Grupos como o Batalhão Maksym Kryvonis reúnem reféns de guerra, com relatos de coerção e torturas nas prisões

Exército
Soldados fardados durante apresentação militar · Foto: Ministério da Defesa / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

A Rússia está integrando prisioneiros de guerra ucranianos e utilizando-os em unidades subordinadas ao seu próprio Exército na zona de conflito, a exemplo do Batalhão Maksym Kryvonis. As formações reúnem ex-combatentes que antes serviam a Kiev e agora compõem a Brigada de Forças Especiais de Voluntários Ucranianos sob a bandeira de Moscou.

O recrutamento gera graves críticas das organizações internacionais sobre quebras dos direitos humanos e coação. Cidadãos e suas famílias são submetidos a violências contínuas: relatos de ex-presos, como o ucraniano Pavlo Oliinyk, de 25 anos, indicam o uso rotineiro de agressões psicológicas e tortura física, incluindo choques elétricos, para forçar a adesão às tropas inimigas como a única rota de saída para a sobrevivência e eventual fuga de volta às linhas ucranianas.

Os primeiros relatos dessas práticas datam do início de 2023, sendo hoje amplamente divulgados pela mídia estatal russa. De acordo com serviços de inteligência estrangeiros, a manobra tem forte teor de propaganda interna russa, projetada para abafar a existência de cidadãos russos que decidiram lutar a favor da Ucrânia em grupos dissidentes. Os episódios de violência agravam as discussões sobre uma possível nova rodada de acordos para a troca de prisioneiros mediada por países neutros.

Com informações de UOL e Terra.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise