Domingo, 18 de outubro de 2026
Brasil

Seca prolongada coloca hidrovias da Amazônia e do Pantanal em situação de alerta

Queda crítica nos rios Madeira e Tapajós ameaça o escoamento de grãos e o transporte de passageiros

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As rotas fluviais da Amazônia e do Pantanal entraram em situação de alerta para a navegação comercial e de passageiros devido à redução acelerada no nível das águas durante a estiagem. O diagnóstico consta de relatório técnico elaborado pela Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação, ligada ao Ministério de Portos e Aeroportos, concluído neste mês.

O rebaixamento dos leitos afeta diretamente a rotina de comunidades ribeirinhas que utilizam barcos para ter acesso a alimentos, água tratada e serviços médicos essenciais. No setor produtivo, a estiagem gera atrasos e encarece a logística de transporte de grãos e minérios, forçando barcaças a viajar com cargas reduzidas para não encalhar.

De acordo com as medições oficiais de 30 de setembro, a estação de Porto Velho, em Rondônia, registrou o rio Madeira na marca de 3,07 metros, após um recuo de 1,37 metro em apenas um mês. Pelas normas técnicas da autoridade portuária, marcas abaixo de 4 metros determinam o início de restrições operacionais e cotas inferiores a 2 metros provocam a parada completa do tráfego. No rio Tapajós, a profundidade média caiu para cerca de 3 metros, enquanto a bacia do rio Paraguai segue em estiagem severa.

O Ministério de Portos e Aeroportos informou que o alerta vigente ainda não representa a interrupção oficial da navegação, mas exige monitoramento constante. As autoridades e as empresas de transporte fluvial agora acompanham diariamente as réguas de nível e as projeções de chuva para recalcular os limites de calado nos comboios fluviais.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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