Segunda-feira, 02 de novembro de 2026
Política

Seis senadores derrotados nas urnas deixam mandato com ações no STF

Levantamento aponta casos contra parlamentares que perdem cadeira no Congresso a partir de 2027

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Fachada do Supremo Tribunal Federal
Foto: Pedro França/Agência Senado / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Seis dos dezoito senadores que não conseguiram se reeleger nas eleições deste ano deixarão o Congresso Nacional, em janeiro de 2027, com inquéritos e ações penais em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

O encerramento dos mandatos recoloca em debate o alcance do foro por prerrogativa de função, a regra que define quais tribunais julgam autoridades públicas, determinando se os processos continuam na corte máxima ou descem para a primeira instância da Justiça comum.

O grupo de parlamentares sob investigação inclui Ciro Nogueira (PP-PI), alvo de apuração sobre suspeita de atuação em favor do Banco Master em troca de benefícios indevidos, e Weverton Rocha (PDT-MA), investigado por suposta lavagem de dinheiro ligada a irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O levantamento abrange desde queixas-crime e apurações sobre emendas parlamentares até inquéritos criminais. Todos os citados foram procurados e não se manifestaram.

O destino de cada processo será analisado individualmente pelos ministros do STF com base na tese aprovada pela própria corte em 2025, que manteve a competência do tribunal sobre atos praticados no cargo mesmo após o parlamentar deixar as funções legislativas.

Com informações de Estadão e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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