Sábado, 07 de novembro de 2026
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Economia

Taxa de condomínio sobe 30% em quatro anos na cidade de São Paulo e vai a R$ 1.085

Aumento superou a inflação oficial do período e elevou o gasto médio anual dos moradores para cerca de R$ 13 mil.

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O valor médio da taxa de condomínio na cidade de São Paulo aumentou 30% nos últimos quatro anos, subindo de R$ 832 em 2022 para R$ 1.085 em 2026, segundo levantamento do Mapa de Condomínios da administradora Lello.

A disparada supera a inflação oficial acumulada no mesmo intervalo pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ficou em torno de 20%. Com o avanço das despesas, o desembolso médio anual de uma família paulistana com a cota condominial alcançou cerca de R$ 13 mil, alterando o orçamento doméstico e a tomada de decisão de compradores e locatários de imóveis residenciais.

De acordo com a diretora de estratégia da Lello, Angélica Arbex, a elevação é explicada pelo peso da mão de obra, principal custo das operações prediais, que acompanha dissídios coletivos e reajustes salariais de empregados próprios e terceirizados. Além disso, as tarifas de serviços públicos essenciais, como fornecimento de água, energia elétrica e gás, tiveram reajustes contratuais sistemáticos acima dos índices gerais de preços.

Como os condomínios dependem da prestação de serviços continuados e de tarifas reguladas, a recomposição das contas prediais tende a manter pressão sobre as taxas nos próximos exercícios orçamentários dos edifícios.

Com informações de Estadão e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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