Quarta-feira, 30 de setembro de 2026
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Tennessee deve executar primeira mulher em 200 anos; defesa tenta evitar pena de morte

Christa Pike foi condenada por assassinato cometido quando tinha 18 anos, em caso marcado por suposto ritual satânico

Tennessee deve executar primeira mulher em 200 anos; defesa tenta evitar pena de morte
Foto: Jonathunder / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O estado americano do Tennessee programou para esta quarta-feira a execução de Christa Pike, de 50 anos, condenada à pena capital pelo assassinato de Colleen Slemmer, de 19 anos, em 1995. Caso a injeção letal seja administrada, Pike será a primeira mulher executada no estado em mais de 200 anos.

O crime ocorreu quando Pike tinha 18 anos. Ela e o namorado, Tadaryl Shipp, que era menor de idade, atraíram Slemmer, a espancaram e a mataram durante um acampamento para adolescentes problemáticos. O assassinato ganhou grande repercussão porque a vítima foi encontrada com um pentagrama esculpido no corpo e os autores teriam se gabado do crime. Shipp recebeu prisão perpétua com possibilidade de condicional.

Após anos de recursos sem sucesso, a equipe de defesa de Pike apresentou um pedido de clemência de 226 páginas argumentando que, se o crime ocorresse hoje, ela não receberia a pena de morte. Os advogados apontam que detalhes sobre o histórico de doença mental, abandono e abuso sexual severo sofrido pela condenada na infância não foram devidamente considerados pelo júri na época da condenação. Especialistas em direitos humanos da ONU também pediram a suspensão da execução.

A mãe da vítima declarou desejar que a sentença seja cumprida para que a filha possa descansar. Segundo a mídia britânica, Pike comunicou a amigos que não deseja a presença de entes queridos durante a execução. Desde a década de 1970, apenas 18 mulheres foram executadas nos Estados Unidos, contrastando com as sentenças aplicadas a mais de 1.600 homens.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise