Segunda-feira, 05 de outubro de 2026
Mundo

Trump aprova pena de morte por fuzilamento para ex-major que matou 13 em 2009

Autorização do presidente encerra caso de tiroteio militar na base de Fort Hood e marca volta das execuções no Exército

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou oficialmente nesta segunda-feira (5) a execução por pelotão de fuzilamento de Nidal Malik Hasan, ex-major do Exército americano. O ex-oficial foi condenado à morte pelo ataque a tiros ocorrido em 2009 na base militar de Fort Hood, localizada no Texas, tragédia que resultou em 13 mortes e deixou mais de 30 feridos.

A decisão do governo marca a primeira vez em mais de seis décadas que as Forças Armadas dos Estados Unidos irão efetivar uma execução militar. A medida presidencial ocorreu em resposta a uma recomendação formal enviada pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, e representa um desfecho histórico para um dos episódios de violência interna mais graves ocorridos nas instalações militares do país.

O ataque terrorista aconteceu no momento em que Hasan, que trabalhava como psiquiatra na corporação, abriu fogo contra colegas dentro de um centro médico voltado para o preparo de missões no exterior. Durante o julgamento realizado em 2013, o atirador admitiu a premeditação do crime, representou a própria defesa e declarou ter agido sozinho como um "lobo solitário", sob a alegação de proteger muçulmanos de guerras que ele julgava ilegais.

O ex-major permaneceu no corredor da morte nos últimos anos à espera da decisão final do alto comando das forças. O próximo passo burocrático caberá diretamente ao secretário do Exército, que terá a responsabilidade de estabelecer a data, o horário e o local exato onde o pelotão de atiradores deverá executar a sentença capital.

Com informações de G1 e UOL.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise