Sábado, 03 de outubro de 2026
Política

Último dia de campanha para os governos estaduais foca no corpo a corpo presencial com eleitores

Candidatos intensificaram panfletagens e prometeram obras nas ruas a pouco tempo da abertura das urnas no país

O esgotamento do prazo definitivo para atividades abertas e em altos volumes sonoros nas campanhas partidárias marcou uma sexta-feira (2) de intensa movimentação política nos estados do Brasil no decorrer da reta de encerramento do primeiro turno das eleições.

Com as restrições e regras pesadas da Justiça Eleitoral dificultando a logística e impedindo grandes eventos em palanques na véspera da eleição, os gabinetes nas esferas regionais e federais aproveitaram a última data para recolher votos soltos de cidadãos indecisos através de caminhadas apressadas em centros urbanos e entregas de material impresso.

Na corrida eleitoral de Pernambuco, por exemplo, o candidato João Campos (PSB) dedicou sua jornada de atos públicos inteiramente à cidade metropolitana de Jaboatão dos Guararapes, local em que assumiu compromisso de executar a triplicação estrutural de trechos da via rodoviária BR-101. Raquel Lyra (PSD) efetuou passeatas nas vias da capital garantindo para a vizinhança na Imbiribeira a ampliação de pavimentos para transportes de bicicletas. Sob outro modo operacional e apostando nos diálogos de calçada com baixo custo, Ivan Moraes (PSOL) e Guilherme Fonseca (PSTU) abordaram as frentes das estações lotadas de transporte público urbano fazendo discursos breves aos transeuntes.

Essa pressa generalizada ressoou com metodologias parecidas em cidades litorâneas ou interioranas no norte amazônico no Amapá e do Acre, onde os candidatos a governador cumpriram agendas maratonistas em panfletagens nas feiras centrais e reuniões com comitês táticos ao anoitecer. Englobando os nomes para assumir a Presidência, o dia derradeiro da campanha aproveitou as horas repartindo os palcos nos complexos habitacionais populosos, com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mobilizando-se na Grande São Paulo e Flávio Bolsonaro (PL) dividindo atividades no solo paulistano e por municípios metropolitanos no Rio de Janeiro.

Com informações de G1 e CartaCapital.

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