Yamaha decide não disputar GP do Catar de MotoGP por tensão militar
Montadora japonesa apontou riscos no Oriente Médio, e organizadores citam sanções contratuais
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A montadora japonesa Yamaha anunciou neste domingo (1º) que não participará do Grande Prêmio do Catar da MotoGP, agendado para o próximo domingo (8) no Circuito Internacional de Losail.
Com a decisão corporativa, os pilotos Fabio Quartararo, Álex Rins, Jack Miller e Raul Fernández estão fora da antepenúltima corrida da temporada de motociclismo. A fornecedora informou que sua determinação foi baseada em avaliações de risco e restrições de viagens de funcionários devido à escalada militar no Oriente Médio, onde há receio de novos bombardeios entre forças de Estados Unidos, Israel e Irã.
A organização da MotoGP divulgou nota em que lamentou o boicote e contestou os argumentos da equipe, ressaltando que foram oferecidas amplas garantias de segurança para todo o campeonato. A entidade gestora da competição advertiu que a recusa trará implicações contratuais e eventuais penalidades esportivas e financeiras, enquanto os demais competidores mantêm a programação de viagem a Losail.
Com informações de Google Notícias, Infobae e ESPN Brasil.
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