Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
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Política

Zema, Caiado e bancada do MDB gaúcho anunciam apoio a Flávio Bolsonaro

Ex-candidatos derrotados à Presidência no primeiro turno unem forças à chapa do PL para tentar enfrentar Lula na decisão eleitoral.

Flávio Bolsonaro
Plenário do Senado Federal durante terceira reunião preparatória destinada à eleição e posse dos 1º e 2º vice-presidentes; 1º, 2º, 3º e 4º secretários; e 1º, 2º, 3º e 4º suplentes de secretário da Mes · Foto: Agência Senado from Brasilia, Brazil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Os ex-candidatos à Presidência Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) declararam apoio público e irrestrito ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa do segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para fortalecer o projeto, as bancadas federal e estadual do MDB no Rio Grande do Sul também formalizaram endosso à candidatura de Flávio ao longo desta semana.

Os apoios marcam os esforços do herdeiro bolsonarista de unificar e herdar os votos da direita e do campo centrista antes da ida às urnas no dia 25 de outubro. Na fase preliminar, Flávio fechou sua participação sendo a escolha de 47% dos eleitores contra 45% dados a Lula. O fato do candidato do PT estar até agora isolado nas alianças após o primeiro turno repete algo que o petista não via acontecer em campanhas presidenciais desde 2006.

Primeiro da fila a assinar o cheque em branco ao candidato do PL, o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema terminou a campanha presidencial amargando pouco mais de 326 mil votos e disse que sua movimentação atende a necessidade de "derrubar Lula e o PT". Para consolidar o discurso, Ronaldo Caiado preparou um ato partidário em Goiânia com o objetivo de puxar parte da estrutura para o nome fluminense.

Ao se beneficiar da ausência dos derrotados, o caminho também fica livre para a desidratação. O candidato Renan Santos (Missão), que ficou na quarta posição com seu reduto em parte da juventude de direita paulista, preferiu deixar seus simpatizantes isentos na tomada de decisão sem acenar a Flávio ou a Lula.

Com informações de UOL, Estadão e Terra.

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