Domingo, 18 de outubro de 2026
Política

Abstenção eleitoral cai entre jovens e idosos e sobe entre adultos de 19 a 59 anos

Dados do TSE mostram recuo no desinteresse de faixas com voto facultativo e pessoas de menor escolaridade em 2026

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou uma queda na taxa de abstenção entre eleitores adolescentes e idosos no primeiro turno das eleições de 2026 em comparação com 2022, na contramão dos adultos de 19 a 59 anos, que faltaram mais às urnas.

Os dados revelam uma mobilização maior de quem tem voto facultativo, ou seja, cidadãos que não sofrem sanções legais caso decidam não votar. No cômputo geral de todo o país, a abstenção subiu ligeiramente de 20,9% em 2022 para 21,1% em 2026, uma diferença de 0,2 ponto percentual impulsionada pelas faltas na faixa onde o comparecimento é obrigatório.

Entre os jovens de 16 e 17 anos, a abstenção caiu de 17,1% para 12,7%, um recuo de 4,4 pontos percentuais puxado especialmente pelos eleitores de 16 anos. Entre idosos, a diminuição foi mais intensa a partir dos 70 anos: a faixa de 75 a 79 anos viu a ausência despencar 10,4 pontos percentuais, passando de 58,2% para 47,8%, movimento comemorado por iniciativas civis como o Movimento Voto 70+. Números da corte eleitoral apontam ainda recuo da abstenção entre as parcelas da população com menor nível de escolaridade.

A Justiça Eleitoral e as campanhas agora voltam a atenção para o segundo turno, marcado para o fim de outubro, quando a manutenção ou reversão dessas taxas de presença costuma ser decisiva para o resultado final da disputa presidencial e dos governos estaduais.

Com informações de Poder360, UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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