Domingo, 01 de novembro de 2026
Política

Agentes dos EUA e governo Milei ajudaram na fuga de Flávio Bolsonaro, diz Clarín

Operação no aeroporto de Puerto Iguazú teria mobilizado quatro aviões para despistar rotas

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Senador Flávio Bolsonaro
Foto: Carlos Moura/Agência Senado / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos envolveu uma operação montada em território argentino com a coordenação de representantes do governo americano e auxílio de integrantes da gestão de Javier Milei, conforme revelou reportagem publicada pelo jornal argentino Clarín neste domingo (1º).

O episódio ganha relevância diplomática ao apontar a ingerência de agentes internacionais para facilitar o deslocamento do candidato derrotado na eleição brasileira, que enfrentava medidas cautelares no Brasil. Segundo os relatos colhidos pelo periódico, agentes estrangeiros assumiram o controle provisório de setores do aeroporto de Puerto Iguazú, na fronteira com Foz do Iguaçu, para viabilizar o embarque reservado do parlamentar e de seus familiares.

A manobra teria contado com a participação de ao menos quatro aeronaves privadas sob coordenação do Departamento de Estado norte-americano e apoio de um ex-agente da agência antidrogas americana (DEA), o que permitiu traçar trajetos alternativos e dificultar o rastreamento do voo oficial. As ações contornaram os trâmites habituais da Polícia de Segurança Aeroportuária argentina, e até o momento nem o governo de Buenos Aires nem a defesa de Flávio Bolsonaro emitiram esclarecimentos a respeito das informações veiculadas.

Com informações de O Antagonista e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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