Sábado, 10 de outubro de 2026
Urgente Terremoto de magnitude 7,6 atinge o Panamá e gera alerta de tsunami
Ciência

Apenas 5% das empresas cumprem normas de reciclagem de lixo eletrônico no Brasil

Levantamento alerta para a falta de responsabilidade na logística e avisa que uma minoria do setor sobrecarrega quem investe corretamente

Menos de 5% das corporações ativas que importam, vendem ou fabricam equipamentos eletroeletrônicos para os consumidores brasileiros aplicam o investimento legal para colaborar ativamente na coleta correta e no encaminhamento do descarte na cadeia verde, divulgou o levantamento da associação privada do setor logístico.

Essa falta de engajamento generalizado provoca uma distribuição cruel sobre o bolso do restrito número de parceiros conscientes e amplia os perigos contínuos de contaminações nocivas do solo urbano. Com a maior fatia vendendo suas cargas livremente de ônus com lixões orgânicos, quem trabalha nos parâmetros exigidos absorve toda a carga onerosa da manutenção obrigatória exigida e perde competividade com isso.

Os números foram coletados pela Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree). As metas listam regras de atuação do decreto sancionado ainda em 2020. Dentre o aglomerado ativo superior a 4.000 fábricas atuantes, constam os dados revelando as míseras 192 filiadas adimplentes pagadoras no repasse do lixo até então avaliado em 230,5 mil toneladas nas avaliações encerradas do último quinquênio.

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima manifestou alerta, enfatizando a infração para quem atua ausente dessa operação e ressaltou advertências de sanção cível contra o faturamento. O rito de cobranças tem recaído quase só sob o braço repressivo das corporações do Ministério Público que acionam judicialmente por quebra na legislação das metas na defesa estadual regional.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise