Banco Central aprova regras para Pix no crédito e alerta de endividamento
Regras entram em vigor em 2027 e avisam consumidor se dívidas chegarem a 40% da renda
📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp
O Banco Central do Brasil aprovou três resoluções normativas que regulamentam as operações de crédito vinculadas ao sistema de pagamentos instantâneos Pix e criam travas contra o superendividamento de correntistas no país.
As exigências passarão a valer gradualmente entre março e julho de 2027 e mudam a relação do consumidor com as linhas de financiamento bancário, estabelecendo obrigatoriedade de autorização prévia e critérios rígidos para ofertas de novos empréstimos.
De acordo com o BC, as instituições financeiras só poderão ofertar a contratação de Pix no crédito — serviço que permite transferências utilizando o limite do cartão ou crédito pessoal com juros — mediante autorização expressa concedida previamente pelo cliente. Além disso, se uma transferência Pix for devolvida, o dinheiro será direcionado de maneira automática para quitar ou amortizar parcelas pendentes daquela dívida.
A autoridade monetária determinou também a criação do Painel de Dívidas Consolidadas, que reunirá nos aplicativos dos bancos todas as obrigações a pagar do cidadão e emitirá alertas quando as parcelas comprometerem 40% da capacidade financeira mensal. Clientes endividados terão ainda o direito de restringir anúncios, recebendo apenas propostas de renegociação autorizadas com antecedência.
Com informações de UOL, Folha e Google Notícias.
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise
⏱ Linha do tempo Banco Central do Brasil
O que já foi publicado sobre este assunto antes desta notícia, do mais recente para o mais antigo.
- Você está aqui: esta notícia
- Augusto Cury reconhece vitória de Lula e pede mandato sem revanchismo
- Taxas de juros futuros sobem mais de 250 pontos após vitória de Lula
- Déficit nas contas externas do Brasil recua 42% em setembro para US$ 5,1 bilhões
- Banco Central avalia que é cedo para medir impacto da disparada do dólar
- Déficit externo do Brasil cai ao menor patamar em 2 anos com alta do petróleo
Siga o katavNews
Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.