Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Economia

Banco Central estuda teto para crédito sem garantia conforme a renda familiar

Autoridade monetária planeja medidas graduais de transparência para conter dívidas no país

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O Banco Central do Brasil (BC) prepara um pacote de normas para frear o avanço das dívidas das famílias e estuda instituir um limite para concessão de crédito sem garantia calculado com base no nível de renda de cada pessoa.

A medida tem impacto direto no bolso do trabalhador ao restringir limites excessivos em cartões de crédito e linhas pessoais, buscando diminuir a taxa de inadimplência em um momento no qual o endividamento atinge quase metade da renda dos lares no país.

Segundo fontes ligadas às discussões regulatórias, o anúncio das medidas ocorrerá em etapas sucessivas. A primeira fase priorizará a transparência de informações e a responsabilidade das instituições financeiras na oferta de recursos, deixando exigências maiores de capital próprio para um momento posterior. Procurado, o órgão regulador informou que não se manifestará sobre os estudos em andamento.

Os dados oficiais mais recentes apontam que o endividamento das famílias brasileiras chegou a 49,9% da renda acumulada em doze meses até julho. A escalada das pendências financeiras tornou-se debate central nas Eleições 2026: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em campanha à reeleição, implementou novas fases de repactuação de dívidas, enquanto o candidato Flávio Bolsonaro (PL) propõe um plano de recompra de débitos com recursos federais e congelamento provisório de cobranças.

O próximo passo para a implementação das regras depende da conclusão da minuta técnica pela diretoria colegiada do Banco Central, que definirá os parâmetros e os prazos de adaptação para os bancos comerciais.

Com informações de UOL, Terra e Money Times.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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