Terça-feira, 03 de novembro de 2026
Mundo

Buenos Aires foca em calçadas e pedestres para reanimar centro histórico

Estratégia portenha no espaço público contrasta com subsídios privados para retrofit adotados no Brasil

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Obelisco de Buenos Aires
Vista do Obelisco na Avenida 9 de Julio, em Buenos Aires · Foto: Franco Javier Perez / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A cidade de Buenos Aires adotou um modelo de recuperação de seu centro histórico baseado na prioridade para pedestres e na requalificação de calçadas, apresentando um caminho alternativo às políticas de urbanismo aplicadas em capitais do Brasil.

A iniciativa responde à crise provocada pela deterioração urbana e pelo esvaziamento comercial da região central portenha, onde o fechamento de lojas após a pandemia de Covid-19 fez a taxa de vacância chegar a 25%, patamar bem superior à média geral de 15% registrada na capital argentina.

Em contraste com o modelo argentino conduzido pelo subsecretário de Paisagem Urbana portenho, Juan Vacas, cidades brasileiras têm concentrado recursos públicos em incentivos ao setor privado para obras de modernização de edifícios, processo conhecido como retrofit. São Paulo prevê aplicar até 25% do custo das obras de retrofit em um pacote de R$ 1 bilhão, enquanto Curitiba destina R$ 163 milhões a incentivos fiscais e Porto Alegre aprovou um Plano Diretor voltado a ampliar o potencial construtivo no centro.

As intervenções no chamado casco histórico de Buenos Aires tiveram início com leis aprovadas em 2011 e seguem em execução, servindo de estudo comparativo para urbanistas e gestores públicos que buscam equilibrar a preservação do patrimônio com a atração de novos moradores e comércios.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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