Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
Mundo

Buscas policiais nas propriedades do ex-príncipe Andrew são consideradas ilegais

Autoridades britânicas admitem terem se baseado em regulamentações criminais erradas para conseguir permissão para vasculhar os imóveis em fevereiro

A Justiça britânica declarou na quinta-feira (8) que as batidas e os mandados de busca e apreensão executados nas propriedades do ex-príncipe Andrew perderam totalmente a sua validade jurídica. Os órgãos policiais investigativos confirmaram oficialmente que incorreram em um "erro significativo" perante o tribunal no instante de solicitarem o acesso aos prédios imobiliários.

Essa forte derrota da promotoria joga o processo para uma readequação estrutural, garantindo que certos elementos primários apreendidos pela corporação sejam totalmente anulados do histórico do processo criminal. Por outro lado, a realeza britânica se depara com o incômodo da continuidade de uma devassa legal nos atos da própria família na esfera judiciária, expondo ainda mais a vida e os contatos de seu núcleo ao escândalo.

Andrew Mountbatten-Windsor, irmão e integrante da dinastia direta do rei Charles 3º, moveu e venceu um recurso de verificação judicial que contestava frontalmente os magistrados de primeira instância que referendaram as permissões sem atuar de modo detalhado. Ele havia sido detido e encarcerado provisoriamente em fevereiro como figura central de suspeitas envolvendo ocorrências enquadradas como atos de má conduta ligados a serviços e a cargos de caráter público no seu país.

O revés legal obrigou as delegacias encarregadas a descartarem essa etapa probatória, retirando do escopo os dados de suas buscas malsucedidas nas moradias ricas e nobres. Apesar das consequências drásticas de uma declaração de irregularidade e invasão falha, as forças da polícia da localidade deixaram em evidência em notas subsequentes que todo o escopo da investigação não será extinto, estendendo as oitivas até encontrarem o fim das delações cabíveis contra Andrew no caso.

Com informações de France 24, Financial Times, Washington Post e New York Times.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise