Campanha de Lula monitora X e Grok mas concentra ações contra a Meta
Estratégia jurídica foca plataformas com maior alcance após queixa no TSE sobre canal derrubado
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A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu concentrar suas ações jurídicas e denúncias institucionais contra a Meta, responsável pelo WhatsApp, Facebook e Instagram, após concluir que supostas interferências no Grok e na rede social X possuem impacto eleitoral reduzido.
A definição de foco é estratégica para o eleitor porque as ferramentas de mensagens da Meta alcançam a ampla maioria da população conectada no país, sendo consideradas os principais canais de disseminação de propaganda e de formação de opinião antes da votação do segundo turno.
O monitoramento interno da campanha petista apontou que 90% das ocorrências registradas de retenção de conteúdo favorável a Lula envolvem serviços da Meta. O coordenador-geral da campanha, Edinho Silva, relatou queixa levada diretamente ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, sobre a desativação da comunidade "Exército de Lula", que reunia mais de 4 milhões de membros.
Além de preparar denúncias formais a instâncias externas como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), a coordenação eleitoral de Lula direciona sua comunicação para enfrentar a proposta de corte orçamentário de R$ 200 bilhões anunciada por Flávio Bolsonaro (PL), associando as medidas fiscais ao plano econômico do presidente argentino Javier Milei.
Com informações de Poder360, UOL e Folha.
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