Sexta-feira, 02 de outubro de 2026
Esportes

Cássio admite erro de posicionamento e culpa em final da Sul-Americana

Goleiro refletiu no podcast episódios cruciais do revés fatal em desvantagem no continente e diz carregar lição eterna pelas passagens amargas

Troféu
Taça internacional no campo · Foto: Alexandre M. B. Berwanger / Wikimedia Commons (CC0)

Em tom de sinceridade contida para externar um fardo das frustrações guardadas sobre o amargo fracasso de campanha internacional nas quadras minadas do Cruzeiro, Cássio decidiu detalhar e encarar a sua atuação dolorosa na derrubada sob derrota implacável da final da competição de torneio da Copa Sul-Americana de 2024. Questionado no "Charla Podcast", o experiente defensor das traves assumiu um severo e duro fardo pelo fiasco crucial que selou com críticas a esperança cravada frente ao seu oponente portenho na finalização no Paraguai pela agremiação.

No recorte principal que enterrou as frentes e os aplausos mineiros de suas conquistas da zaga da agremiação, o atleta que estava em ascensão foi crucificado severamente por não abafar as chegadas platinas do Racing no marcador fixado nas instâncias trágicas em 3 contra a pífia e única anotação rebatida do elenco no país vizinho, após sucessivas passadas desengonçadas. "Eu me culpei muito, porque poderia ter feito um jogo melhor", confidenciou o experiente protetor amargando remorsos das posições distantes de excelência do time.

Sobre as pontuais aberturas de fragilidades com o primeiro ataque que adentrou rapidamente as portas do vestiário e as metas defensivas abertas do gramado de forma incisiva com sua visão sem resguardo, a maior aflição do veterano se concentrou nos minutos trágicos com falha sem volta com atuação desleixada frente ao desastroso e infeliz lance fatal concretizado de bobeira com destreza letal ao ver sem reação as jogadas criadas pelos toques hábeis de “Maravilla” Martínez atravessando sob seu horizonte as instâncias vazias da sua retaguarda de mãos atadas do pequeno pátio retangular.

Refletindo friamente o colapso e o desencontro que liquidou a temporada brilhante até o fim amargo no relógio das horas sob a final, não se fez rogados nas avaliações e no peso de não agir ou voar no momento de impedir os cruzamentos laterais da eliminação e a ferida dos trancos. "Num contexto geral, você fica pensando: 'Eu estava tão perto e não consegui'. Poderia ter como voltar no tempo. Vou levar isso para o resto da vida, mas é aprendizado", comentou com serenidade melancólica na reta limpa sem o troféu.

Com informações de ge.globo e Terra.

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