Quinta-feira, 29 de outubro de 2026
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Economia

CNI reduz projeção de crescimento do PIB brasileiro de 2% para 1,6% em 2026

Informe trimestral destaca retração no setor manufatureiro e ritmo menor no comércio

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CNI
divulgação de projeção do PIB pela CNI · Foto: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil (CC BY 3.0 BR)

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu de 2% para 1,6% a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para o ano de 2026. A revisão para baixo foi publicada nesta quarta-feira (28) em Brasília no Informe Conjuntural do terceiro trimestre elaborado pelos economistas da entidade empresarial.

A diminuição nas projeções sinaliza um ritmo mais lento na criação de postos de trabalho e no faturamento das empresas nos próximos meses. As condições financeiras mais restritivas, provocadas pelo patamar elevado das taxas de juros e pelo crédito bancário encarecido, têm limitado a capacidade de consumo das famílias e freado decisões de investimentos produtivos no país.

O principal impacto negativo partiu da indústria de transformação, cuja perspectiva despencou de uma alta de 0,6% prevista em julho para uma contração de 0,7%. O tombo fabril anula o efeito positivo da indústria extrativa mineral, que projeta crescimento de 9,1%. No setor de serviços, a estimativa de alta recuou de 1,9% para 1,6% em meio ao desaquecimento das vendas no comércio varejista, enquanto a agropecuária foi o único segmento revisado para cima, saltando de 1,8% para 2,5%.

A construção civil permaneceu com perspectiva de avanço de 1,5%, sustentada pela continuidade de programas habitacionais federais e contratos de infraestrutura. Para o encerramento do exercício, a CNI alertou para a necessidade de equilíbrio nas contas públicas diante da perspectiva de inflação persistente e de avanço contínuo na proporção entre a dívida pública e a renda nacional.

Com informações de Veja, UOL e InfoMoney.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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