Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
Economia

Durigan diz que plano de Flávio Bolsonaro geraria calote de R$ 3 trilhões no crédito

Ministro da Fazenda afirmou que suspensão de pagamentos de pessoas físicas e empresas travaria novos financiamentos no país

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Flávio Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro durante entrevista · Foto: Agência Senado from Brasilia, Brazil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (22) que a promessa de campanha do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de suspender a quitação de débitos bancários provocaria um calote generalizado de R$ 3 trilhões nas instituições financeiras do país.

A medida defendida pelo candidato do PL pretende pausar o pagamento de parcelas de dívidas por seis meses para pessoas físicas e por um ano para empresas. De acordo com o ministro, a perda súbita desses recebimentos esvaziaria a liquidez do sistema bancário, cortando a concessão de crédito para a compra de moradia e para o financiamento da safra no agronegócio.

Em entrevista concedida ao programa Agora Metrópoles, Durigan classificou o plano econômico do adversário como de impossível execução e comparou a ideia a congelamentos frustrados da história recente. O ministro também acusou a candidatura opositora de tentar copiar ações do governo federal sem demonstrar como compensará o impacto fiscal.

O embate em torno da responsabilidade sobre as contas públicas e o endividamento das famílias domina o cenário eleitoral a poucos dias da votação do segundo turno.

Com informações de Google Notícias, Poder360 e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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