Segunda-feira, 19 de outubro de 2026
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Economia

Economia da Argentina combina queda da inflação com avanço da pobreza e desemprego

PIB anual cresceu 2% no segundo trimestre de 2026, mas consumo das famílias e investimentos industriais recuaram

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A economia da Argentina registrou crescimento anual de 2% no segundo trimestre de 2026 e desaceleração da inflação, mas enfrenta avanço da pobreza e queda generalizada no consumo interno, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).

O desempenho econômico argentino entrou no centro do debate político brasileiro após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) questionar o senador Flávio Bolsonaro (PL) sobre as políticas liberais de Javier Milei, citadas como referência pela campanha bolsonarista.

Apesar de o Produto Interno Bruto (PIB) do país vizinho ter avançado 2,3% no primeiro trimestre e 2% no segundo na comparação anual, os números revelam perda de fôlego com recuo de 0,6% entre abril e junho frente ao trimestre anterior. No mesmo período, o consumo privado caiu 2,4%, o consumo público reduziu 2,3% e os investimentos recuaram 0,8%, acumulando retração anual de 11,1% na formação bruta de capital fixo.

O cenário mostra que os setores exportadores têm sustentado os índices gerais, enquanto o comércio e a indústria voltados ao mercado doméstico sofrem, resultando em uma queda de 6,3% no número de empresas com empregados registrados desde o fim de 2023.

Com informações de G1 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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