Sábado, 10 de outubro de 2026
Urgente Moraes expede mandado de prisão de Eduardo Bolsonaro e cancela passaporte
Tecnologia

Em documento, Papa diz faltar 'centelha de humanidade' à inteligência artificial

Após reuniões com executivos do setor, Leão XIV publicou texto dizendo que máquinas não têm consciência moral para avaliar o bem e o mal

O Papa Leão XIV declarou que existe uma "diferença ontológica" e que falta a "centelha da humanidade" nos sistemas de inteligência artificial. A posição consta na encíclica "Magnifica Humanitas", lançada pela Igreja Católica para orientar o uso das novas tecnologias, e foi detalhada pelo pontífice em uma rede social.

O posicionamento da Igreja impõe um limite ético e filosófico diante do avanço veloz da tecnologia de computadores generativos. Para o Vaticano, embora as máquinas possam simular empatia e imitar comportamentos humanos, elas não têm consciência moral para julgar suas próprias ações ou assumir a responsabilidade pelas consequências daquilo que produzem.

O documento recém-publicado foi construído após uma série de encontros de teólogos católicos com importantes executivos e pesquisadores do Vale do Silício. Um deles foi Christopher Olah, desenvolvedor da empresa de inteligência artificial Anthropic, que participou ativamente das conversas consultivas tentando expor as perspectivas da indústria tecnológica e acompanhou o Papa na cerimônia de lançamento.

Apesar de reconhecer a troca com os desenvolvedores, o Papa enfatizou que é urgente distinguir a arte humana daquilo que resulta de estatísticas das máquinas. Segundo Leão XIV, os sistemas algorítmicos não penetram no "horizonte afetivo, relacional e espiritual", o que torna impossível equiparar as criações dessas tecnologias com a sabedoria e a essência natural dos seres humanos.

Com informações de Brazil Journal e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise