Arcebispo pede fim de divisão política durante festa da Padroeira
Dom Mário Antônio tenta blindar as celebrações e o santuário após ataques entre candidatos presidenciais envolverem a santa
O arcebispo de Aparecida, dom Mário Antônio da Silva, pediu de forma contundente que os fiéis não transformem as celebrações do Dia da Padroeira, na próxima segunda-feira (12), em um ambiente de disputa eleitoral.
O recado é uma tentativa direta de blindar o Santuário Nacional contra os fortes debates observados nas últimas semanas. A imagem de Nossa Senhora Aparecida se tornou assunto frequente entre cabos eleitorais e candidatos presidenciais, ofuscando o apelo devoto do feriado católico em prol de ataques partidários.
A recente polarização envolveu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) por causa de um falso boato sobre a intenção de retirar o título de padroeira do Brasil da santa, história que chegou a ir parar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Igreja Católica, por meio da liderança empossada no início de maio, pretende manter a programação completa dos eventos festivos focada exclusivamente no acolhimento de romeiros de todo o país.
Com informações de UOL e Folha.
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise
⏱ Linha do tempo Eleições 2026
O que já foi publicado sobre este assunto antes desta notícia, do mais recente para o mais antigo.
- Você está aqui: esta notícia
- Rui Costa e Rafael Fonteles se juntam a Camilo Santana na campanha de Lula
- PT aciona a Justiça em cinco frentes contra áudio atribuído a dono de banco
- Ipespe divulga primeira pesquisa do segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro
- Flávio Bolsonaro afirma que não brigará com Lula se for eleito presidente
- Base de Flávio Bolsonaro tem 286 deputados e precisa de mais votos para aprovar PECs
⏱ Linha do tempo Flávio Bolsonaro
O que já foi publicado sobre este assunto antes desta notícia, do mais recente para o mais antigo.
- Você está aqui: esta notícia
- Salário mínimo seria de R$ 852 se proposta de Flávio Bolsonaro tivesse vigorado desde 2003
- Histórico de eleições aponta vantagem, mas não garante vitória a Flávio Bolsonaro
- 2º turno exige de Lula o mesmo ritmo de crescimento de Bolsonaro em 2022
- Cleitinho promete cortar cargos públicos e descarta privatização da Cemig em Minas Gerais
- Medidas de Flávio Bolsonaro podem travar economia, dizem especialistas