Sábado, 10 de outubro de 2026
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Política

Ameaças a estudantes após primeiro turno mobilizam governo federal e Polícia Federal

Alunos favoráveis à reeleição de Lula receberam avisos de ataques físicos em universidades de Rio de Janeiro e Minas Gerais

Instituições públicas de ensino superior acionaram autoridades para reforçar a segurança de seus espaços após alunos que apoiam a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) serem ameaçados. As intimidações têm ocorrido na esteira dos atos estudantis que se seguiram ao fim do primeiro turno das eleições presidenciais.

O monitoramento policial tem o intuito de evitar ataques contra a comunidade acadêmica antes do segundo turno, quando Lula enfrentará Flávio Bolsonaro (PL), marcado para o próximo dia 25.

Os primeiros casos vieram à tona no Rio de Janeiro. A Universidade Federal Fluminense (UFF) identificou num grupo virtual trocas de mensagens com propostas para incendiar as instalações do campus e agredir alunos participantes de protestos. O conteúdo foi repassado à Polícia Federal (PF). No mesmo estado, os diretores da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) buscaram a Polícia Civil. Casos semelhantes foram notificados em Minas Gerais por alunos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Temendo que as agressões virtuais se materializem, o Ministério da Educação pediu ação rápida da força de segurança. O ministro Leonardo Barchini informou que vai demandar os peritos em crimes cibernéticos da PF para rastrear a origem das postagens de ódio nas redes e responsabilizar os autores intelectuais.

Com informações de UOL e Folha.

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