Sábado, 24 de outubro de 2026
Economia

Endividamento familiar sobe 16% sob Lula e vira tema de embate na eleição presidencial

Inadimplência cresceu 12% no período segundo a CNC, enquanto planos de governo de Lula e Flávio Bolsonaro recebem críticas

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Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante entrevista ao SBT Brasil · Foto: Lula Oficial / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O endividamento das famílias brasileiras acumulou um avanço de 16% durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, consolidando-se como um dos principais eixos de debate econômico na reta final das eleições presidenciais de 2026.

O crescimento das dívidas pressiona a renda da população e redefine as prioridades dos eleitores. Segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a taxa de inadimplência subiu 12% no mesmo intervalo, crescendo em ritmo mais lento do que o endividamento geral em decorrência de rodadas de renegociação como o programa governamental Desenrola.

Economistas apontam que a renegociação retira o consumidor do cadastro de devedores, mas não extingue o montante devido, mantendo a vulnerabilidade financeira das famílias. Paralelamente, o coordenador do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Distrito Federal, Antônio Carlos Fontes Cintra, ressalta que as plataformas de governo de Lula e do senador Flávio Bolsonaro (PL) apresentam diretrizes insuficientes para aplicar a Lei do Superendividamento, que desde 2021 estabelece o mínimo existencial para assegurar gastos básicos com moradia e comida.

A discussão ganha urgência às vésperas da votação decisiva de domingo, na qual ambos os candidatos intensificam discursos voltados a promessas de alívio orçamentário e reestruturação de crédito aos trabalhadores.

Com informações de UOL e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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