Sábado, 24 de outubro de 2026
Economia

Mercado projeta venda de ativos da Petrobras em eventual governo de Flávio

Campanha nega plano de privatização, mas declarações de assessores e histórico geram expectativa de desinvestimentos

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Petrobras
Petrobras along SE-245 in Laranjeiras, Sergipe, Brazil. · Foto: prburley / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A campanha do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que não pretende privatizar a Petrobras, mas ex-diretores e agentes do mercado financeiro projetam uma retomada da venda de ativos da estatal caso ele vença a eleição de 2026.

A condução da maior empresa do país afeta diretamente os rumos dos preços dos combustíveis, a distribuição de dividendos e os investimentos em refino, influenciando o orçamento das famílias e a arrecadação pública federal.

O ex-ministro Adolfo Sachsida, assessor econômico do parlamentar, gravou vídeo assegurando que estatais como Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal não serão privatizadas em um novo mandato. O coordenador de energia da campanha, Adriano Pires, contudo, já havia defendido em agosto a capitalização da petroleira nos moldes adotados pela Eletrobras, reduzindo a participação da União a uma fatia minoritária. O plano de governo entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não cita a petroleira.

A definição sobre a estratégia energética do país dependerá do resultado do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para este domingo, e da futura composição do Ministério de Minas e Energia.

Com informações de UOL, Google Notícias e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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