Estudantes da França fazem 3º ato nacional com aulas suspensas
Jovens protestam contra violência e cobram igualdade, com apoio de sindicatos e esquerda
Milhares de estudantes de ensino médio da França realizam nesta terça-feira (6) o "terceiro ato" de uma mobilização nacional que provocou a suspensão parcial ou total das aulas em cerca de um quarto das escolas do país.
A paralisação revela a insatisfação crescente dos jovens franceses, que cobram do governo mais igualdade de oportunidades e repudiam a violência das forças policiais durante os protestos das semanas anteriores.
A principal manifestação está concentrada na Praça da República, em Paris, onde são esperadas até 40 mil pessoas. Além da capital, o movimento organizou atos simultâneos em cerca de 30 outras cidades, incluindo Marselha, Toulouse e Lyon.
O movimento ganhou adesão de outras frentes, como os sindicatos de professores e trabalhadores agrícolas da Confederação Camponesa. Líderes políticos da esquerda, como Jean-Luc Mélenchon, também convocaram a população adulta a se juntar aos jovens nas ruas contra o desmonte dos serviços públicos.
Com informações de RFI Brasil e UOL.
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise
⏱ Linha do tempo França
O que já foi publicado sobre este assunto antes desta notícia, do mais recente para o mais antigo.
- Você está aqui: esta notícia
- França tem maior dia de protestos de alunos e professores contra problemas nas escolas
- Manifestações por recursos na educação bloqueiam escolas em diversas cidades da França
- França lança míssil de capacidade nuclear em recado à Rússia
- Polícia francesa investiga denúncias de violência em protestos estudantis
- França goleia a Bélgica por 4 a 1 pela Liga das Nações com dois gols de Olise