Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
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EUA farão transmissão inédita ao vivo de execução militar aprovada por Trump

Exército marcou a morte de ex-major por pelotão de fuzilamento para 3 de dezembro, no primeiro caso desse tipo desde 1945

Donald Trump
Portrait of 45th and 47th POTUS, Donald Trump taken by Daniel Torok This portrait is displayed at the Smithsonian National Portrait Gallery and was approved for use on a commemorative Semiquincentenni · Foto: Daniel Torok / Wikimedia Commons (Public domain)

As Forças Armadas dos Estados Unidos farão uma transmissão ao vivo inédita da execução do ex-major Nidal Hasan, cuja morte foi marcada para o próximo dia 3 de dezembro. O militar havia sido condenado à pena capital por matar 13 pessoas e ferir outras 32, a tiros, durante um ataque em massa na base do Exército em Fort Hood, no estado do Texas, em 2009.

A ordem para a execução por armas de fogo foi aprovada pelo presidente Donald Trump após recomendação do atual secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth. Segundo as autoridades do Pentágono, o evento ao vivo entra para a história pois será a primeira vez que um integrante das Forças Armadas do país sofrerá pena de morte perante um pelotão de fuzilamento desde 1945, época da Segunda Guerra Mundial.

O retorno da morte por tiros faz parte da estratégia do governo Trump, que afrouxou as normas nos últimos anos e voltou a permitir o uso de fuzilamento, cadeira elétrica e asfixia por gás para sentenciados em crimes federais graves. O aumento da diversidade nas opções ocorre porque as cadeias enfrentam grandes dificuldades para comprar as substâncias letais restritas e vêm lidando com falhas no uso do método químico. Nidal Hasan, que atuava como psiquiatra no Exército à época do massacre, alegou que sua motivação foi uma retaliação pelas guerras norte-americanas no mundo muçulmano.

Com informações de UOL e Folha.

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