Sábado, 10 de outubro de 2026
Urgente Moraes expede mandado de prisão de Eduardo Bolsonaro e cancela passaporte
Mundo

Ex-lutador do UFC Tim Kennedy sobrevive a emboscada na República Democrática do Congo

Antigo atleta e militar americano trabalhava na proteção de uma cidade do país africano quando foi alvo de disparos

Tim Kennedy
O ex-lutador do UFC Tim Kennedy · Foto: Jim Greenhill from McLean, USA / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O experiente ex-lutador do Ultimate Fighting Championship (UFC) e condecorado ex-militar das forças especiais dos Estados Unidos, Tim Kennedy, sobreviveu recentemente após ser ferido com três tiros no peito e braços, recebidos durante uma violenta emboscada na República Democrática do Congo. O sangrento confronto bélico aconteceu no leste conturbado do país africano, e comunicados emitidos por membros de segurança indicam que alguns habitantes locais da região também estiveram envolvidos ou se transformaram em vítimas na troca de tiros, dependendo das fontes apuradas em campo.

O tenso episódio coloca sob holofotes a expansão da atuação contínua de gigantescas empresas e exércitos privados financiados no exterior, mas atuantes em profundas zonas de crise do continente africano. Kennedy, atualmente aposentado das lutas nas grades e detentor de expressivo prestígio nos meios de treinamentos de armas curtas, participava como conselheiro contratado para a gigante Vectus Global. A instituição pertencente a Erik Prince atua ao lado de generais prestando todo tipo de consultoria ostensiva para blindar e proteger cidades historicamente arrasadas pelas intensas guerras civis vizinhas à cidade de Uvira.

Apesar da intensa publicidade da ocorrência no exterior por conta da fama americana da vítima e de sua corporação, poucos detalhes específicos foram abertos sobre as condições clínicas precisas e o atual estágio de internação do combatente logo após o socorro hospitalar. O ex-atleta disputou pesadas rivalidades marciais dentro do UFC durante quatro anos e construiu laços estreitos servindo perigosamente como franco-atirador em esquadrões de repressão oficial por parte da base norte-americana, dividindo seus anos mais maduros prestando serviços privados enquanto a cúpula da Vectus Global decidiu seguir sem emitir quaisquer esclarecimentos no primeiro instante da crise política.

Com informações de UOL e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise