Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Ciência

Experimento de Milgram sobre obediência à autoridade traz lições atuais

Estudo clássico de psicologia social explica os mecanismos mentais que levam indivíduos normais a cumprir ordens abusivas

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Estudos e revisões contemporâneas sobre o clássico experimento conduzido pelo psicólogo Stanley Milgram na Universidade Yale, nos Estados Unidos, voltam a mobilizar pesquisadores que investigam por que pessoas comuns se submetem a ordens contrárias a princípios éticos.

O levantamento desse comportamento auxilia cientistas a compreender como figuras de liderança e ambientes institucionais rígidos conseguem induzir cidadãos a violar normas de convivência. As avaliações ressaltam que a obediência cega não resulta de desvios individuais isolados, mas da tendência psicológica de transferir responsabilidades éticas para quem comanda.

Realizado inicialmente em 1961, o teste recrutou participantes civis sob a justificativa de colaborar com uma pesquisa acadêmica sobre métodos de aprendizado. No laboratório, sob ordens diretas de um supervisor, os voluntários eram orientados a acionar choques elétricos de voltagem crescente contra uma pessoa em outra sala — interpretada por um ator —, resultando em 65% de adesão até o nível máximo e potencialmente mortal.

Pesquisadores dedicados ao tema reforçam atualmente que a criação de redes de apoio e o questionamento coletivo precoce de ordens abusivas funcionam como antídotos para quebrar a submissão perigosa à autoridade, lição que continua orientando programas de treinamento institucional e direitos humanos.

Com informações de Google Notícias, G1 e BBC News Brasil.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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