Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Economia

Fusão entre Tesla e SpaceX pode exigir prêmio bilionário e enfrentar veto da China

Operação de US$ 1,5 trilhão esbarra em contratos militares americanos e fábrica em Xangai

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O empresário Elon Musk no Pentágono
Foto: U.S. Secretary of Defense / Wikimedia Commons (Public domain)

A proposta de fusão entre a montadora de veículos elétricos Tesla e a empresa aeroespacial SpaceX enfrenta entraves geopolíticos com órgãos reguladores da China e exigências financeiras de investidores de Wall Street.

A operação pode redesenhar o mercado global de tecnologia e inteligência artificial, mas coloca investidores diante de incertezas sobre o valor real das ações e a viabilidade jurídica de unir uma empresa com fábricas na Ásia a uma contratante militar norte-americana.

Para convencer os acionistas da montadora a aceitar a troca de papéis por participações na companhia espacial, Elon Musk poderá ter de desembolsar um prêmio estimado entre 20% e 35% sobre o valor da Tesla, hoje avaliada em cerca de US$ 1,5 trilhão (aproximadamente R$ 7,5 trilhões), segundo análises dos bancos de investimento JPMorgan e RBC Capital Markets.

Além do desafio de obter o aval da maioria absoluta dos acionistas, o negócio esbarra na sensibilidade das agências reguladoras. A Tesla mantém em território chinês sua maior unidade de produção fabril fora dos Estados Unidos, ao passo que a SpaceX gerencia projetos estratégicos de segurança nacional e defesa para o governo norte-americano.

A proposta segue em avaliação preliminar pelos conselhos de administração de ambas as companhias, que ainda precisam elaborar o desenho societário formal antes de submeter a fusão ao voto dos acionistas e à análise antitruste internacional.

Com informações de UOL, Google Notícias e Olhar Digital.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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