Quarta-feira, 04 de novembro de 2026
Economia

Fazenda rechaça tabelamento após plano de Lara Resende para fixar Selic em 7,5%

Secretário-executivo Dario Durigan descarta uso de reservas cambiais para forçar corte de juros no país

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O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (2) que o governo federal não avalia propostas para tabelar taxas de juros ou utilizar reservas internacionais, rechaçando publicamente as ideias formuladas pelo economista André Lara Resende.

A manifestação da equipe econômica ocorre no momento em que debates sobre o ritmo de corte da taxa básica de juros, a Selic, mobilizam o setor produtivo, o mercado de crédito e as metas fiscais da União.

Um dos formuladores do Plano Real, Lara Resende defendeu no artigo "Eu acuso: uma proposta para eliminar os juros absurdos" a substituição da dinâmica do Banco Central do Brasil (BC) pela criação do Conselho Fiscal e Monetário Nacional (CFMN). A proposta prevê que o novo colegiado estabeleça metas para a inflação e para os juros com horizonte de até cinco anos, balizando a Selic entre a meta de inflação e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) potencial acrescido de dois pontos percentuais de spread, o que resultaria em um patamar de 7,5% ao ano em 12 meses, sustentado pelo uso de US$ 350 bilhões em reservas para conter a volatilidade do câmbio.

Enquanto economistas e lideranças do setor de energia chegaram a celebrar a quebra do chamado pensamento único na condução da política monetária, a cúpula da Fazenda reiterou que a condução das taxas de juros seguirá os parâmetros institucionais vigentes sem medidas intervencionistas heterodoxas.

Com informações de Poder360 e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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