Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
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Economia

FMI cobra ajuste fiscal imediato e adverte para reação dos mercados financeiros

Em conferência em Bangcoc, diretor do organismo advertiu que juros elevados encarecem pagamento de compromissos soberanos no planeta

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O Fundo Monetário Internacional (FMI) cobrou das principais potências econômicas mundiais a execução de um ajuste fiscal urgente nesta quarta-feira (14), durante as assembleias anuais da organização e do Banco Mundial em Bangcoc, na Tailândia, alertando que a inércia dos governos pode precipitar reações severas dos mercados de títulos.

O posicionamento da cúpula do fundo pressiona formuladores de políticas públicas a reequilibrar seus orçamentos diante da alta global do custo do crédito. Para o cidadão, o agravamento das dívidas públicas encarece empréstimos privados, pressiona a inflação e restringe os recursos estatais destinados a serviços essenciais e investimentos produtivos.

De acordo com o diretor do Departamento de Assuntos Fiscais do FMI, Rodrigo Valdés, o patamar de juros altos se consolidou como uma realidade concreta, conduzindo o custo de pagamento das dívidas soberanas aos níveis mais elevados registrados desde a década de 1990. A pressão sobre as contas decorre de despesas governamentais acumuladas, inflação e atritos geopolíticos com reflexos sobre os combustíveis em polos como os Estados Unidos e a China.

A instituição recomendou a definição de cronogramas consistentes de redução de despesas públicas, sustentando que esperar por novos sinais de fragilidade financeira tornará os ajustes futuros mais caros e imprevisíveis.

Com informações de InfoMoney, Google Notícias e CNN Brasil.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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