Quarta-feira, 07 de outubro de 2026
Mundo

França proíbe uso de granadas de efeito moral em protestos de rua

Decisão ocorre após estudante ser gravemente mutilado por armamento; repressão causa reações de outros países

O governo da França proibiu nesta semana o uso de granadas de efeito moral pelas forças policiais encarregadas de reprimir os protestos estudantis que ocorrem no país, após um adolescente ficar gravemente mutilado durante uma confusão. As mobilizações nas ruas seguem ativas, com expectativa de novas aglomerações e passeatas em cidades importantes agendadas para esta quinta-feira (8).

A medida altera a dinâmica de segurança interna em uma nação que possui profundo histórico de embates civis severos contra o Estado. As cenas contínuas de violência por parte do aparato policial vêm arranhando rapidamente a diplomacia francesa, expondo o país a críticas inflamadas tanto dos cidadãos quanto de governos adversários interessados em explorar a instabilidade europeia.

A tensão subiu nos arredores metropolitanos de Paris quando um prefeito de uma cidade de subúrbio foi atingido diretamente por disparos de gás de pimenta enquanto se posicionava fisicamente para proteger o corpo estudantil do avanço dos agentes de choque. Ao mesmo tempo, imagens das confusões inundaram a internet, incluindo um vídeo que viralizou ao mostrar policiais intimidando participantes em uma encarada tensa, apelidada nas redes de "batalha de aura".

Essas demonstrações repressivas geraram retaliações na arena global, capitaneadas pelas autoridades de comunicação da Rússia e do Irã. Os dois países afirmaram publicamente que a França demonstra pura hipocrisia ao aplicar métodos violentos contra jovens no próprio território ao mesmo tempo em que costuma cobrar duramente padrões de direitos humanos nas ações policiais de outras nações soberanas.

Com informações de Google Notícias e RTP Notícias (Portugal).

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise