Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Tecnologia

Google cortará ferramenta de busca de escolas que bloquearem inteligência artificial

Empresa exige que colégios aceitem resumos automáticos do Gemini a partir do início de 2027

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Google
Google · Foto: Vincent van Gogh / Wikimedia Commons (Public domain)

O Google decidiu que vai suspender o acesso ao seu serviço de buscas na internet para escolas de ensino fundamental e médio que bloquearem o uso de ferramentas de inteligência artificial. A nova determinação atinge redes de ensino nos Estados Unidos e passa a vigorar a partir do início de 2027.

A medida interfere na rotina de milhões de estudantes e educadores ao transformar a adoção da inteligência artificial generativa em exigência para quem deseja consultar páginas na rede. Caso a direção de um colégio opte por desligar os resumos gerados por robôs nas contas escolares, os alunos perderão o acesso ao motor de pesquisa mais utilizado do planeta.

O vice-presidente de educação da companhia, Chris Phillips, justificou a escolha ao jornal The New York Times afirmando que os recursos de inteligência artificial e a arquitetura de buscas se tornaram uma plataforma única e inseparável. A posição foi duramente criticada por entidades ligadas ao ensino infantil, como a organização Fairplay e a Federação Americana de Professores, que acusaram a empresa de coagir as escolas a expor jovens a respostas prontas e frequentemente imprecisas.

As instituições educacionais terão até a virada para 2027 para reavaliar suas configurações tecnológicas internas e decidir se aceitam o pacote compulsório ou se adotam buscadores alternativos para as atividades pedagógicas.

Com informações de UOL, Google Notícias, Adrenaline e Canaltech.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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