Domingo, 18 de outubro de 2026
Mundo

Protestos na França deixam um morto, 1.800 presos e prefeitura histórica destruída

Novo balanço de manifestações contra o custo de vida contabiliza centenas de policiais feridos

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O balanço oficial das manifestações contra o alto custo de vida na França foi atualizado neste domingo (18) com a confirmação de uma morte, cerca de 1.800 prisões e a destruição parcial da histórica prefeitura da cidade de Limoges. Os protestos reuniram mais de 500 mil pessoas em dezenas de municípios franceses ao longo do fim de semana.

A ampliação dos distúrbios agrava a instabilidade política na Europa e traz impactos diretos ao funcionamento de serviços públicos e comércios locais, que enfrentaram saques em pelo menos nove cidades. O prédio da prefeitura de Limoges, inaugurado em 1883, sofreu danos severos com o desabamento do telhado e do campanário, além da queima de cerca de dois terços das fachadas, segundo o prefeito regional Maurice Barate; equipes de bombeiros atuaram no rescaldo para preservar a ala oeste.

Os relatos de autoridades e órgãos de imprensa trazem números divergentes sobre o total de feridos e detidos. Enquanto pronunciamentos iniciais do primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, mencionavam 150 policiais feridos, balanços posteriores do Ministério do Interior e de veículos locais indicam entre 500 e 600 agentes feridos, além de registros que apontam até duas mil pessoas detidas em custódia policial. Prédios públicos em Marselha, Lille e Lyon também sofreram invasões e depredações.

O primeiro-ministro visitou destacamentos policiais no centro de Paris e classificou os atos de violência como inaceitáveis, enquanto o Ministério do Interior planeja novas operações de vigilância ostensiva para evitar novos distúrbios nos próximos dias.

Com informações de UOL, Veja, InfoMoney, Metrópoles, Folha e G1.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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