Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Brasil

Influenciadora investigada por elo com máfia italiana é alvo de apuração sobre liderança

Polícia Federal aponta uso do codinome Chanel no esquema após prisão de parentes no litoral paulista

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A criadora de conteúdo digital Paula Simões da Cruz é investigada pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de exercer funções de liderança em um esquema internacional de tráfico de cocaína associado à máfia italiana 'Ndrangheta, a partir de Praia Grande, no litoral de São Paulo.

A ofensiva judicial atinge a logística de exportação de entorpecentes em portos brasileiros e detalha como redes de comunicação clandestinas sustentam operações ilegais após o desmantelamento de núcleos familiares do crime organizado.

De acordo com decisões da Justiça Federal, Paula teria assumido a coordenação das remessas de entorpecentes depois das prisões do marido, Patrick Assisi, e do sogro, Nicola Assisi, ocorridas em julho de 2019. Perícias em conversas mantidas entre 2020 e 2021 apontam que a suspeita utilizava o codinome "Chanel" no aplicativo de mensagens criptografadas SkyECC para negociar remessas de drogas com fornecedores. Paralelamente, declarações anteriores em seus perfis públicos, nas quais mencionava ter coragem de atear fogo em terceiros, ganharam repercussão, embora sem vínculo formal com os autos. A defesa dos citados não foi localizada pelos veículos consultados.

Com informações de G1 e Terra.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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