Sábado, 24 de outubro de 2026
Saúde

Inteligência artificial em exames de sono prevê risco cardíaco para 10 anos

Pesquisa da Universidade Emory usa dados de polissonografia para antecipar insuficiência do coração

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Pesquisadores da Universidade Emory, nos Estados Unidos, desenvolveram um modelo de inteligência artificial capaz de prever o risco de insuficiência cardíaca com até dez anos de antecedência a partir de registros de exames de sono, de acordo com estudo publicado na revista científica Sleep.

O avanço viabiliza diagnósticos preventivos antes do surgimento dos sintomas clínicos tradicionais, permitindo intervenções precoces que reduzem internações hospitalares e óbitos decorrentes de falhas no bombeamento de sangue.

O sistema processou dados obtidos em polissonografias, combinando leituras contínuas de eletrocardiogramas com a identificação de cada fase do repouso noturno. Ao correlacionar a atividade elétrica do coração com o ciclo do sono, os algoritmos identificaram padrões ocultos associados à perda gradativa da função cardiovascular ao longo dos anos seguintes.

A equipe de cientistas pretende conduzir testes clínicos complementares com amostras populacionais diversificadas para validar a tecnologia antes de disponibilizá-la aos centros de diagnóstico.

Com informações de Metrópoles e Google Notícias.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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