Investigação deflagrada mira fraude nas estruturas de escola chefiada por ex-secretária
Com perdas apontadas acima do limite bilionário nas manobras orçamentárias policiais focam cúpula familiar que chefiava a conta da rede estatal
A imponente 'Operação Escola de Papel' levou um corpo extenso de agentes civis estaduais a desvendar denúncias gravíssimas nesta última quinta-feira (1º) no centro do Estado. Envolvendo quase duas dezenas de bloqueios com mandados e focos ativos apontaram seus radares principais à antiga líder responsável e ex-secretária responsável pelas esferas na educação estadual fluminense, Roberta Barreto, frente a acusações de desvios que atingiram em um alarmante teto de até R$ 1,69 bilhão nos supostos cofres estatais por irregularidades nas reformas escolares estaduais nos cofres sob investigação sigilosa perante o MP do Rio.
Através da manobra contábil supostamente direcionando contratos na área administrativa perante um grupo de construtoras inativas no campo imobiliário real, a cúpula familiar do genro envolvido nas altas patentes desviava grandes faturamentos em caixas. As quebras emergenciais passavam reparos em caráter livre da rigidez e restrição competitiva do processo das tradicionais concorrências para garantir a efetivação das redes laranjas ao pagamento garantido à organização que geria a divisão sistêmica interna à diretoria nas contas sem fiscalização cruzada pela área educadora estadual local na capital do estado fluminense.
Foi durante as observações táticas para comprovação fáticas perante as varas legais no estado com relatórios de alerta dos órgãos bancários apontando as vultuosas subtrações na forma crua em caixas bancários na rua no repasse irregular por um integrante ligado aos veículos dos suspeitos sendo rastreado que provou um desfalque presencial contábil após retirar pacotes do próprio braço operante e encerramento da fuga. A complexa rede criminal abrange as graves falhas estruturais, a sonegação em cascata contra as frentes organizacionais ligadas às gestões civis pela operação que abriu restrições sobre R$ 19 milhões diretos envolvidos ao sistema para compensar ao tribunal.
Com informações de G1 e Metrópoles.
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