Quarta-feira, 07 de outubro de 2026
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Mundo

Israel marca três anos do ataque de 7 de outubro em meio a tensão pré-eleitoral

Aniversário da ação do Hamas tem tributos silenciosos, debate político acalorado e operações militares em andamento.

Israel realizou nesta quarta-feira (7) cerimônias e tributos silenciosos para marcar o terceiro aniversário do ataque comandado pelo grupo Hamas em 7 de outubro de 2023. As homenagens ocorreram em diversos locais afetados pelos massacres no sul do país, incluindo o terreno onde acontecia o festival de música Nova, no qual 351 participantes foram executados a tiros.

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A data carrega um peso histórico para a nação, que relembra a morte de cerca de 1.200 pessoas e o sequestro de 251 cidadãos para a Faixa de Gaza. Na ocasião, combatentes palestinos armados invadiram vilas rurais e kibutzim em uma área de até 22 quilômetros da fronteira. O aniversário ocorre em um momento politicamente sensível, a poucas semanas de eleições nas quais as consequências daquele dia prometem ser o tema central da disputa, com famílias ainda pressionando pelo resgate de reféns.

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Os eventos comemorativos deste ano são os primeiros a acontecer em um cenário pós-guerra na Faixa de Gaza, já que um acordo de cessar-fogo oficializado no final do ano passado havia paralisado o conflito principal. Apesar disso, o exército israelense registrou novos ataques pontuais no enclave palestino durante as celebrações desta quarta. O saldo dos crimes daquele dia tem sido sistematicamente investigado, inclusive pelas Nações Unidas, que reportaram o uso de violência extrema e sexual de forma deliberada.

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Em meio às homenagens, as comunidades que foram devastadas seguem divididas entre os esforços para reconstruir suas vidas e o luto pelas perdas. A proximidade da votação nacional também intensifica o debate público sobre as falhas na segurança e a responsabilidade das lideranças governamentais nos eventos de três anos atrás.

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No cenário internacional, o impacto da data se refletiu no Parlamento Europeu, onde uma deputada francesa de extrema-esquerda será alvo de um processo interno após derrubar as bandeiras de Israel e da União Europeia. A presidente da casa, Roberta Metsola, reafirmou o compromisso europeu com a comunidade judaica diante do que classificou como um \"crescente antissemitismo global\".

Com informações de France 24, South China Morning Post, Deutsche Welle e The Guardian.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise