Quinta-feira, 08 de outubro de 2026
Política

Jogos de videogame viram arma política de campanhas e eleitores nas eleições

Com a ajuda da inteligência artificial, desenvolvedores lançaram títulos satíricos sobre as disputas de 2026

A criação de jogos de videogame tem se tornado uma nova ferramenta estratégica e de crítica nas eleições brasileiras de 2026. Apenas neste pleito, foram lançados pelo menos três títulos digitais abordando políticos de destaque e cenários institucionais, com versões criadas tanto por eleitores insatisfeitos quanto de forma oficial pelas campanhas dos próprios candidatos.

O fenômeno mostra como a gamificação ganhou peso no debate público, ajudando a disseminar ideias de maneira mais interativa e viral para um público mais jovem. A produção dessas sátiras interativas foi impulsionada pelo acesso a ferramentas de inteligência artificial, que simplificam o processo de programação e a geração de gráficos mesmo para quem não tem formação técnica na área.

Entre os jogos divulgados, a equipe do candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) publicou um projeto questionando os privilégios do Judiciário, enquanto outros desenvolvedores anônimos lançaram games sobre a crise entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Há também títulos que expõem denúncias contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputa o segundo turno presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise