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Brasil

Justiça de São Paulo mantém demissão de pastor que entregou 88 atestados médicos

Funcionário de empresa automotiva participava de cultos e postava fotos nas redes sociais durante os períodos de afastamento.

A Justiça do Trabalho manteve a demissão por justa causa de um operador de produção de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, que entregou 88 atestados médicos em 2025, mas foi flagrado atuando como pastor durante os períodos de afastamento.

A decisão protege os empregadores contra fraudes e reforça que o uso indevido de licenças médicas para exercer outras atividades profissionais configura quebra de confiança, justificando a dispensa imediata do trabalhador.

De acordo com o processo da 2ª Vara do Trabalho, o homem afirmava precisar de repouso e restrição a esforços físicos para tratar problemas como dores no pescoço e ombros. No entanto, a empresa automotiva em que ele trabalhava apresentou fotos do funcionário discursando de pé em eventos religiosos nas mesmas datas em que deveria estar de repouso absoluto.

As imagens, extraídas das redes sociais de uma igreja evangélica, foram aceitas pela Justiça como prova de que o trabalhador contrariou as recomendações de saúde. A defesa do homem não foi localizada pelos veículos consultados ao longo do julgamento.

Com informações de UOL, Google Notícias e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise