Terça-feira, 20 de outubro de 2026
Brasil

Justiça de São Paulo torna policial militar ré por morte de mulher na zona leste

Denúncia do Ministério Público aponta que a vítima estava desarmada e não recebeu socorro por mais de 30 minutos

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A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia formulada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) e tornou ré a policial militar Yasmin Cursino Ferreira pela morte da ajudante-geral Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, ocorrida durante uma abordagem na zona leste da capital paulista.

Com a aceitação formal da acusação, a soldado da corporação militar passa a responder perante o Judiciário por homicídio doloso qualificado, em um processo que investiga a conduta e os limites de atuação de agentes estaduais de segurança em operações de rua.

Segundo a Promotoria, a vítima, mãe de cinco filhos, estava desarmada e agonizou por mais de meia hora após ser baleada, sem que a policial acusada tomasse providências para garantir o socorro médico imediato. O relatório conclusivo da Corregedoria da Polícia Militar apontou intenção de matar e descartou a alegação de legítima defesa, apoiando-se em imagens da câmera corporal utilizada por outro policial que participava da ocorrência na rua Edimundo Audran, já que a acusada não utilizava o dispositivo.

A defesa da soldado Yasmin Cursino Ferreira não foi localizada pelos veículos de comunicação consultados até o momento. A ação penal terá prosseguimento com a convocação de testemunhas e a análise das perícias técnicas no tribunal.

Com informações de UOL, Google Notícias e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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