Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Brasil

Justiça nega presença física de Marcola em júri por assassinato de PMs

Líder de facção criminosa será ouvido por videoconferência em julgamento sobre ataques de 2006 devido a riscos de fuga

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A Justiça de São Paulo negou o pedido para que Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola e apontado como líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), participe presencialmente da sessão do Tribunal do Júri que julgará o assassinato de dois policiais militares.

A decisão atende a relatórios do Ministério da Justiça e da administração prisional paulista, que alertaram para riscos extremos à ordem pública e a possibilidade de tentativas de resgate ou emboscadas armadas durante o deslocamento do réu por rodovias.

Os crimes investigados ocorreram em Jundiaí, no interior paulista, em 12 de maio de 2006, durante os ataques coordenados que ficaram conhecidos como "Crimes de Maio", culminando nas mortes dos policiais militares Nelson Pinto e Marcos Henrique dos Santos Moraes. As defesas de Marcola e de outros réus do processo haviam solicitado que todos comparecessem fisicamente ao plenário.

Com o indeferimento determinado pelo juiz Gustavo Celeste Ormenese, da 1ª Vara do Júri de São Paulo, os acusados acompanharão os trabalhos e prestarão seus interrogatórios por videoconferência a partir dos presídios de segurança máxima nos dias 11, 12 e 13 de maio de 2027.

Com informações de G1 e UOL.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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