Sexta-feira, 06 de novembro de 2026
Mundo

Líder de seita no Quênia enfrenta pedido de pena de morte e condenação a 200 anos

Fontes divergem sobre o desfecho judicial de Paul Mackenzie, acusado pela morte de centenas de seguidores

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O líder religioso Paul Mackenzie enfrenta processos judiciais no Quênia acusado de provocar a morte de centenas de seguidores, entre eles 190 crianças, cujos corpos foram descobertos em covas clandestinas na floresta de Shakahola, perto da cidade costeira de Malindi.

Os desdobramentos judiciais geraram versões conflitantes entre os veículos de imprensa que cobrem o caso. O portal UOL informou que a promotoria solicitou formalmente a condenação de Mackenzie à pena de morte, além de prisão perpétua para corréus do processo, enquanto o portal G1 noticiou que o acusado já foi condenado a 200 anos de prisão.

Segundo as investigações iniciadas em abril de 2023, o grupo religioso pregava a rejeição a hospitais, remédios e escolas, incentivando famílias a morrerem de fome para supostamente alcançar o paraíso antes do apocalipse. Dados da Comissão Nacional de Direitos Humanos do Quênia apontam que 429 mortes foram confirmadas até 2024, com apenas 26 corpos identificados formalmente devido ao avançado estado de decomposição. Embora o Código Penal queniano contemple a pena capital, o país não realiza execuções desde 1987.

Com informações de UOL, Google Notícias e G1.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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