Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Mundo

Presa que sobreviveu a injeção letal nos EUA teve câncer raro antes de execução

Defesa de Christa Pike havia alertado a Justiça sobre doença sanguínea que aumentava riscos no corredor da morte

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A detenta norte-americana Christa Pike, de 50 anos, que sobreviveu a duas tentativas de execução por injeção letal nos Estados Unidos, havia sido diagnosticada com uma forma rara de câncer no sangue meses antes do procedimento, de acordo com informações reveladas pela revista People.

O caso expõe falhas médicas nos protocolos de cumprimento da pena de morte e levanta discussões sobre violações à Constituição americana, que proíbe punições cruéis e degradantes aos apenados. Em janeiro de 2026, os advogados da detenta protocolaram uma ação judicial alertando que o quadro clínico causaria dor desmedida e complicações na absorção dos sedativos.

De acordo com os autos do processo, exames demonstraram contagens de plaquetas muito acima dos parâmetros de referência, quadro clínico associado a um distúrbio mieloproliferativo, doença que desregula a produção de células no sangue. Pike foi condenada à morte por um assassinato cometido no estado do Tennessee em 1995.

Após a execução frustrada, que culminou no pedido de demissão do diretor do sistema penitenciário estadual, a mulher ficou desacordada e voltou a andar após oito dias. A defesa da condenada requer agora que a Justiça proíba novas tentativas de aplicação da pena capital diante de seu quadro clínico.

Com informações de Google Notícias e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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