Quinta-feira, 05 de novembro de 2026
Brasil

MP investiga loja em SP por vitrine com manequins negros em posição de servidão

Promotoria apura representação contra marca de vestidos de festa que trocou exibição e negou intenção racista

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A Promotoria de Justiça dos Direitos Humanos – Inclusão Social, do Ministério Público de São Paulo (MPSP), instaurou procedimento para apurar denúncia contra a loja de vestidos de luxo Arthur Caliman, na zona sul da capital paulista. A representação jurídica foi protocolada após a exposição de manequins negros posicionados em atitude de servidão em relação a figuras brancas na vitrine principal.

No arranjo comercial exposto, os manequins negros trajavam vestimentas de apoio e aventais, posicionados em plano inferior, enquanto apenas os manequins brancos figuravam no centro vestindo os trajes de gala da grife. Juristas e consultores de igualdade racial apontaram que a montagem reproduz e perpetua a subalternização histórica da população negra no mercado de consumo e na sociedade.

Após a repercussão negativa e o acionamento do Ministério Público, a direção da loja retirou o formato original e incluiu manequins brancos em funções de atendimento, sustentando em nota que não teve intenção de veicular mensagem de cunho discriminatório. A Promotoria avaliará os elementos do caso para decidir se propõe um termo de ajuste de conduta ou abre ação civil pública contra a empresa.

Com informações de G1 e Metrópoles.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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