Domingo, 18 de outubro de 2026
Economia

Lula defende microeconomia e circulação de renda para fazer o país crescer

Em conversa transmitida pela TV, chefe do Executivo afirma que recursos distribuídos ao povo movimentam vendas industriais

📲 Receba as notícias no celular: Canal no Telegram Canal no WhatsApp

Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante agenda em 2025 · Foto: Lula Oficial / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o crescimento econômico do país depende do fortalecimento do consumo das famílias de baixa renda, em entrevista transmitida pela TV Globo na quinta-feira (15). Na ocasião, Lula declarou que fazer o dinheiro circular na mão do povo estimula a atividade produtiva e sustentou que o país continuará pobre se os recursos permanecerem concentrados em poucas pessoas.

A visão defendida pelo presidente orienta as prioridades do Governo Federal em medidas de transferência de renda, valorização do salário mínimo e ampliação do crédito. Para o cidadão, essa postura influencia diretamente a concessão de benefícios sociais e o ritmo de vendas no comércio de bairro, setor que depende do poder de compra imediato dos consumidores.

Em análise publicada na Folha de S.Paulo e no portal UOL, o economista Samuel Pessoa explicou que o argumento de Lula se alinha ao princípio da demanda efetiva, formulado pelo britânico John Maynard Keynes. De acordo com essa teoria econômica, transferências e gastos públicos conseguem impulsionar a produção quando o setor produtivo tem capacidade ociosa, caracterizada por máquinas industriais paradas e trabalhadores sem emprego.

Segundo Samuel Pessoa, quando há fábricas desocupadas e mão de obra disponível, o aumento do consumo nas lojas reduz estoques e leva os empresários a contratarem mais empregados para atender aos novos pedidos. O economista destacou, no entanto, que existe divergência no meio acadêmico sobre a ideia de que a economia opera sempre com capacidade ociosa, alertando que gastos estatais sem limites podem gerar desequilíbrio fiscal e inflação em vez de expansão duradoura.

Os desdobramentos dessa diretriz econômica continuam em debate entre os ministérios da área econômica e o Congresso Nacional durante as votações sobre as metas orçamentárias e as regras fiscais do governo.

Com informações de UOL e Folha.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

Siga o katavNews

Receba as notícias assim que saem: entre no nosso canal do Telegram ou do WhatsApp. É grátis e você sai quando quiser.