Quinta-feira, 22 de outubro de 2026
Economia

Lula e Flávio divergem sobre salário mínimo e regras trabalhistas no segundo turno

Planos de governo opõem reajuste real com fortalecimento sindical a modelo focado em redução de custos para empresas

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Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante entrevista ao SBT Brasil · Foto: Lula Oficial / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Os planos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) apresentam diretrizes opostas para o salário mínimo e as normas trabalhistas na reta final da disputa presidencial de 2026.

A definição das propostas afeta diretamente o rendimento mensal de trabalhadores com carteira assinada, aposentados e beneficiários de programas sociais vinculados ao piso nacional. Enquanto Lula defende a continuidade da política de reajuste do salário mínimo com ganhos reais acima da inflação, Flávio não estabelece fórmula ou índice específico de aumento, sustentando que a manutenção da inflação baixa e a queda na taxa básica de juros são os caminhos para preservar o poder de compra das famílias.

No mercado de trabalho, a divergência se aprofunda na regulamentação das contratações. O programa petista prevê revisar regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para coibir fraudes em terceirizações, ampliar a negociação coletiva e restabelecer a homologação sindical em demissões. Já o candidato do PL propõe flexibilizar jornadas e horários, reduzir os custos de contratação assumidos por empregadores e assegurar que acordos negociados entre patrões e empregados prevaleçam sobre a legislação. A escolha entre os dois modelos será decidida nas urnas no domingo (25).

Com informações de G1 e Reddit.

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir dos veículos citados, com revisão automatizada. Saiba como trabalhamos · Viu um erro? Avise

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